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03 agosto 2021

Brasil vence o México nos pênaltis, vai à final e mantém sonho do bicampeonato olímpico



A seleção brasileira conseguiu manter o sonho do bicampeonato olímpico nesta terça-feira, 3, ao bater o México nas penalidades por 4 a 1 e assegurar vaga na final dos Jogos de Tóquio. Após o empate em 0 a 0 no tempo regulamentar e na prorrogação, o Brasil levou melhor sobre os mexicanos graças ao goleiro Santos, que brilhou ao praticar bela defesa de pênalti. Desta forma, a equipe de Richarlison, Daniel Alves, Antony e companhia garante medalha nas Olimpíadas de Tóquio e volta a campo no próximo sábado, 7, para fazer a decisão e tentar o ouro. O duelo será contra o vencedor de Espanha e Japão, que se enfrentam ainda hoje.


O Brasil começou dominante na partida, controlando a posse de bola e empurrando a equipe mexicana contra o seu próprio campo. Mesmo sem contar com Matheus Cunha, machucado nas quartas de final e substituído por Paulinho, o time de André Jardine foi bastante ofensivo e criou algumas oportunidades. Guilherme Arana, pelo lado esquerdo, foi bastante acionado e incomodou o goleiro Ochoa. Pela direita, as combinações entre Antony e Daniel Alves também deram certo – o veterano lateral-direito chegou a mandar uma bomba ao lado do alvo. A pressão brasileira deu indício de que se transformaria em gol aos 27 minutos, quando a arbitragem marcou penalidade de Esquivel em Douglas Luiz. Após revisão no VAR, no entanto, a infração foi anulada. No fim, quem chegou mais perto de abrir o placar foi o México. Romo recebeu com liberdade de soltou o pé, exigindo milagre do arqueiro Santos.


No retorno do intervalo, a seleção olímpica voltou a ditar o ritmo do confronto, tendo ampla superioridade na posse de bola e encurralando o rival norte-americano. Com Antony aberto pela direita, o Brasil quase abriu o placar no começo. A melhor chance, contudo, foi de Richarlison, que aproveitou cruzamento na medida de Daniel Alves para testar no pé da trave. Ao passar do tempo, os brasileiros ficaram nervosos com a decisão da arbitragem, que marcou algumas faltas controversas. Os mexicanos, por sua vez, arriscaram poucas tentativas em velocidade, fazendo com que a igualdade sem gols permanecesse até o fim. Na prorrogação, o conjunto brasileiro seguiu tomando mais iniciativa, mas perdeu fôlego e pouco incomodou a equipe adversária. Nas penalidades, Santos espalmou a batida de Aguirre, viu Vázquez acertar a trave e garantiu a Canarinho na decisão. Mérito, também, para Daniel Alves, Martinelli, Bruno Guimarães e Reinier, que converteram suas cobranças.



Jovem Pan

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