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22 fevereiro 2021

Livro sobre inquérito inconstitucional do STF ganha 1° lugar em vendas

Após mais um episódio de perseguição do Supremo Tribunal Federal (STF) contra conservadores no Brasil, o livro “Inquérito do Fim do Mundo“, que trata sobre as ilegalidades do Supremo no inquérito 4781, chegou ao  1° lugar de vendas na Amazon.

No dia 19 de fevereiro o livro já havia alcançado o 6° lugar nas vendas, na categoria de Direito Profissional e Técnico.

A juíza Ludmila Lins Grillo divulgou o acontecimento em seu perfil no Twitter.

A obra “Inquérito do Fim do Mundo — O apagar das luzes no Direito Brasileiro”, é coletânea de artigos organizada pela promotora Cláudia Piovezan, trata da série de ilegalidades cometidas pelo Supremo Tribunal Federal no escopo do Inquérito 4781, o das Fake News.

Instaurado pelo ministro Alexandre de Moraes, o inquérito tem como objetivo “apurar” uma suposta organização criminosa formada por apoiadores do presidente Jair Messias Bolsonaro.

O “objeto é a investigação de notícias fraudulentas (fake news), falsas comunicações de crimes, denunciações caluniosas, ameaças e demais infrações (…) que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal e de seus membros; e a verificação da existência de esquemas de financiamento e divulgação em massa nas redes sociais, com o intuito de lesar ou expor a perigo de lesão a independência do Poder Judiciário e ao Estado de Direito”, afirmou o ministro em uma nota divulgada no dia 27 de maio de 2020.

Em entrevista ao jornal Brasil Sem Medo a procuradora Cláudia Piovezan esclareceu que o livro é ainda uma das únicas obras que tratam dos abusos do STF, principalmente do ministro Alexandre de Moraes.

Ela afirmou ainda que a ‘inspiração do livro foi a necessidade de suprir a falta de registros, especialmente no âmbito do direito, desse “momento tão delicado da história nacional.”

No último dia 16/02, Moraes determinou a prisão em “flagrante” inconstitucional do deputado federal Daniel Silveira, que em tese teria imunidade parlamentar.

Silveira foi alvo da ação após defender o General Villas Bôas e criticar os ministros do STF por atos intoleráveis e inaceitáveis em um vídeo publicado nas redes sociais.

Para os ministros do Supremo, somente seus opositores cometem atos inconstitucionais. Este, até então achismo do mais alto Olimpo dos poderes da república brasileira, tornou-se afirmação com uma decisão de 364 deputados federais.

Nesta sexta-feira (19) a Câmara dos Deputados manteve a prisão de Daniel Silveira, no âmbito do inquérito 4781, de Alexandre de Moraes.

Piovezan lamentou que as vendas dos livros tenham tido aumento motivadas pela prisão do deputado, algo já esperado pelos juristas colaboradores.

“Eu realmente lamento. Mas quando concebemos o livro, tínhamos em mente que esse seria o desenrolar da história. E agora está acontecendo”.

No entanto, a procuradora disse estar contente pelo interesse de um público crescente por um tema dessa importância.

O “Inquérito do Fim do Mundo” conta com artigos dos procuradores Marcelo Monteiro e Cleber Neto, da juíza Ludmila Lins Grilo, e do escritor Flávio Morgenstern, além do prefácio de Paulo Briguet.

ENCONTRE O “INQUÉRITO DO FIM DO MUNDO” NA LIVRARIA TERÇA LIVRE.

Fonte: Terça Livre

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