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Itália tem 155.659 contágios e 157 mortes por Covid-19



(ANSA) - A Itália registrou 155.659 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de contágios da pandemia para 7.436.939, informou o Ministério da Saúde neste domingo (9).



Com os números do boletim, a Itália se aproxima da inédita marca de dois milhões de casos ativos da doença: são exatamente 1.943.979 pessoas com teste positivo. Destas, 1.926.737 (99,1%) estão em isolamento domiciliar, 15.647 (0,8%) estão hospitalizadas sob observação médica e 1.545 (0,07%) estão em unidades de terapia intensiva (UTIs).



Foram ainda 157 mortes registradas, totalizando 139.038 vítimas da crise sanitária. As regiões de Abruzzo e Sicília informaram que houve inclusão de óbitos ocorridos nos últimos dias: enquanto a primeira adicionou um falecimento a mais, a segunda adicionou 15 registros.



No período ainda foram realizados mais de 993 mil testes, cerca de 230 mil a menos do que no sábado (8). A taxa de positividade caiu para 15,7%.



As médias móveis dos últimos sete dias continuam em alta. A de casos chegou a 158.423, número 330% maior do que no mesmo dia da última semana. Já a de vítimas subiu para 199, dado 44% maior do que na semana passada.



Barreira vacinal - Neste domingo, o comissário extraordinário para a emergência da Covid-19, Francesco Figliuolo, afirmou em entrevista à "RAI3" que o governo estuda como convencer a pequena parte da população que não quer se vacinar.



Atualmente, são cerca de cinco milhões de cidadãos que não iniciaram o ciclo de imunização. Quase 90% da população com mais de 12 anos já recebeu ao menos uma dose.



"Nós nos abastecemos e temos uma disponibilidade de mais de 27 milhões de doses para janeiro. A máquina está funcionando, mas o problema é vacinar aqueles que nunca viram a agulha, persuadi-los com todos os meios", ressaltou o militar.



Figliuolo ainda ressaltou que a variante Ômicron, que se dissemina muito mais rapidamente dos que as cepas anteriores, afetou completamente os planos previstos pelo governo.



"A Ômicron interrompeu todos os nossos planos e os contágios são muitos. Mas, também estão ligados à grande quantidade de exames que estão em cerca de 1,2 milhão por dia. Porém, o crescimento exponencial dos contágios é acompanhado por um crescimento linear das hospitalizações e das terapias intensivas. Se compararmos os dados de hoje com os do ano passado, observamos que com um décimo dos contágios, nós tínhamos quase o dobro de internações. Isso mostra que a barreira das vacinas funcionou: nos 120 dias, a barreira segurou muito", pontuou ainda.



O comissário ressaltou que continua a ter "o plano de transição após o fim do decreto de emergência" e que o "atualiza diariamente". (ANSA).


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