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24 novembro 2021

‘Flordelis é personagem mais perigosa dessa organização criminosa’, diz delegado após condenação de filhos



O caso do assassinato do pastor Anderson do Carmo, ocorrido em 16 de junho de 2019, teve seu primeiro desfecho nesta quarta-feira, 24, com a condenação de dois filhos da ex-deputada federal Flordelis. Flávio dos Santos Rodrigues foi denunciado como autor dos disparos que mataram o ex-marido da pastora e vai cumprir 33 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, enquanto Lucas Cezar dos Santos de Souza foi condenado a sete anos e seis meses de prisão. Com a decisão, a expectativa agora é de que o julgamento da ex-parlamentar, apontada como mandante do crime, seja marcado. Segundo o delegado Allan Duarte, que acompanhou o caso, não há dúvidas do protagonismo de Flordelis. “Para a Polícia Civil, está muito claro que se não houvesse participação dela, se ela não tivesse mandado orquestrar tudo isso, nada teria acontecido. Ela foi responsável por arquitetar, incentivar as pessoas a cometerem o crime. Ela financiou a compra do armamento e depois tentou ocultar provas”, disse o delegado ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan.


A Polícia Civil instaurou, ao todo, três inquéritos para investigar o assassinato de Anderson do Carmo. O primeiro para apurar a autoria da execução, atribuída a Flávio dos Santos Rodrigues; o segundo para apurar a participação de outras pessoas no crime, incluindo da ex-deputada e o terceiro, e último, para investigar uma tentativa de manipulação de provas. Agora, o trabalho foi encerrado. “A expectativa é que ela seja condenada. Não há outro caminho, até porque, nessa organização criminosa, ela é o personagem mais perigoso”, explicou Allan Duarte. Ele ressalta que Flordelis não foi presa mais rapidamente apenas pela imunidade parlamentar. “Era a grande estrela dessa família. Ela era o personagem público e ele [Anderson do Carmo] era responsável por gerir a carreira artística, eclesiástica e a parte financeira. A gente percebe pelas testemunhas que havia um indignação por parte dessa banda da família com relação a esse controle financeiro do dinheiro que entrava para a família. O plano era realmente esse: ceifar a vida dele para conseguir a liberdade financeira dele”, finalizou.


Jovem Pan 

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