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07 maio 2021

Mesmo com afastamento do PSD de Bolsonaro, Romero defende reeleição de Bolsonaro

Apesar do distanciamento do PSD Nacional do governo Bolsonaro, na Paraíba, o presidente estadual da legenda, o ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD) já avisou que vai continuar defendendo a reeleição do presidente na disputa eleitoral de 2022. Romero destacou que tem um perfil de centro.

O ex-gestor, que também sonha em disputar o governo da Paraíba ressaltou, todavia, que apesar de não concordar com uma aliança junto ao PT,  julga saudáveis o diálogo e o entendimento.

– Meu posicionamento é de estar no centro, buscando a melhor relação e o melhor entendimento. Vou ouvir e conversar, mas, se depender da minha sugestão, vou me posicionar a favor da reeleição do presidente Jair Bolsonaro – disse, em entrevista à emissora de rádio campinense.

ENTENDA

PSD se afasta de Bolsonaro de olho em 2022 e coloca Romero em situação complicada

‘Romero mora no meu coração’, disse recentemente Bolsonaro em CG.

A aliança formada pelo presidente Jair Bolsonaro com partidos do Centrão ao longo de 2020 vem se desgastando nos últimos meses, e o PSD, um dos partidos que prometeu sustentação política ao mandatário no Congresso, já traça uma estratégia para descolar a sua imagem do governo federal — algo que já pode ser percebido na CPI da Covid por conta das atuações do presidente da comissão parlamentar de inquérito, Omar Aziz (AM), e do senador Otto Alencar (BA), de clara oposição ao Palácio do Planalto. Ontem (05), o ex-presidente da República e pré-candidato ao Palácio do Planalto em 2022, Luiz Inácio Lula da Silva esteve reunido com o presidente nacional do PSD Gilberto Kassab se reuniram para traçar estratégias, a duvida que fica é como o presidente estadual do PSD paraibano Romero Rodrigues, aliado do presidente Jair Bolsonaro se comportará daqui para frente.

Segundo o portal Correio Braziliense, políticos filiados à sigla reprovam a forma como Bolsonaro tem conduzido a pandemia da covid-19 e avaliam que, para o bem do partido, o PSD não pode ser levado junto. Não à toa, parlamentares da legenda acreditam que, hoje, a agremiação tem menos chances de construir uma relação com presidente do que há um ano, quando Bolsonaro iniciou a aproximação com o Centrão.

O primeiro passo em busca da “independência” dado pelo partido foi a filiação do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, à legenda, na última terça-feira. Presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab foi o responsável por negociar a saída do prefeito do DEM. O presidente do PSD ainda negocia a filiação do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), ex-presidente da Câmara. Com a chegada dele à legenda, Kassab aposta em um fortalecimento da oposição a Bolsonaro no berço eleitoral do presidente, o que certamente teria impacto na eleição presidencial. Nessa articulação para minar a popularidade de Bolsonaro no Rio, o pessedista cogita até uma aliança com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Neste sentido, como fica o posicionamento do aliado do presidente Bolsonaro, o ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues, que nas suas redes sociais já de4clara apoio a reeleição de Bolsonaro. Em recente visita a Campina, Bolsonaro cumprimentou alguns apoiadores que o aguardavam e estava acompanhado do ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), a quem declarou apoio para o Governo do Estado em 2022 e disse que ele “mora no coração”.

Desgaste na comissão


A manobra do PSD de se afastar de Bolsonaro tornou-se ostensiva na CPI da Covid, com os senadores Omar Aziz e Otto Alencar. Na sessão de ontem, que interrogou o ex-ministro da Saúde Nelson Teich, o presidente da comissão fez duros ataques à utilização da cloroquina no tratamento a pacientes infectados pelo novo coronavírus — mesmo sem comprovação científica, o remédio é defendido por Bolsonaro e vem sendo defendido pelos senadores governistas na CPI.

 


PB Agora

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