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22 maio 2021

A revelação do que antes estava oculto, Por Guillermo Federico



A notícia da vez é que FHC e Lula se reuniram e fizeram um pacto de estarem juntos contra Bolsonaro para “salvar a democracia”.

Isso é ótimo, pois mostra que a esquerda está morrendo de inanição, está desaparecendo pela falta de renovação em seus quadros, já que não surge ninguém, uma viva alma, capaz de ocupar o espaço que os dois jurássicos líderes esquerdistas ocupam - não haverá ninguém, em um futuro próximo, a dar sequência ao “legado” da dupla.

Sobre a tal reunião, noticiada com furor quase orgásmico pela Velha Mídia, conclui-se basicamente que o que antes era feito às escuras, e de forma dissimulada (a estratégia das “tesouras”, que Olavo de Carvalho tão bem ensinou a todos), agora aparece às claras, de maneira cabal, na frente de todos que têm olhos para ver.

Ora, deixemos que FHC assuma de uma vez por todas - ainda que agora, no final da vida - quem ele é: o “príncipe do gramscismo”, o “pai de Lula”, o responsável por abrir caminho à tomada de Poder pelo PT.

Lembremos das palavras de Nosso Senhor, transcritas pelos apóstolos na Sagrada Escritura:

“De fato, nada há de encoberto que não venha a manifestar-se, e nada que tenha sido escondido que não venha à luz” (Marcos 4:22, Bíblia Sagrada, Tradução Oficial da CNBB).

Ou ainda:

“Nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada há de escondido que não venha a ser conhecido.” (Lucas 12:2, idem)

Portanto, não temamos esse tipo de coisa nem um pouco, e nem estranhemos tais aproximações esdrúxulas adredemente realizadas.

Ninguém pode frear o que foi iniciado no Brasil pelo povo, que já aprendeu a exercer o seu protagonismo político e vê em Jair Bolsonaro a figura líder do processo de mudança do país.

Nem mesmo as criaturas do pântano que ainda (repito: ainda) habitam no sistema - essas daí serão, no final, atropeladas pelo que chegará contra elas, em um futuro próximo.


Por Guillermo Federico Piacesi Ramos Advogado e escritor.

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