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23 abril 2021

Marina Silva diz querer unidade para derrotar Bolsonaro e critica PT: "repetir o passado ou manter esse presente desastroso é o que nos resta?"

A ex-ministra do Meio Ambiente e ex-candidata a presidente do Brasil, Marina Silva (Rede), disse querer uma unidade para derrotar Jair Bolsonaro nas Eleições 2022. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta sexta-feira (23), Marina falou que ainda não discute nomes para a presidência, mas que trabalha pelo diálogo com progressistas, centro-esquerda e alguns setores de centro-direita. "Eu quero que haja, sim, uma união para derrotar o Bolsonaro", declarou ela à rádio Arapuan FM, conforme apurou o ClickPB.

Ela criticou a polarização entre Bolsonaro e Lula e propôs uma terceira opção. "Eu acho que a gente tem que levar a questão para outro patamar: repetir o passado ou manter esse presente desastroso que está sepultando o nosso futuro que é a única coisa que nos resta? Será que não dá para construir uma alternativa que aproveite as coisas boas que já construímos no nosso país? Porque aquilo que é bom passa a ser patrimônio da sociedade. E eu sempre digo: o Plano Real, do PSDB, deu uma boa contribuição para a estabilidade econômica, o PT deu uma contribuição combatendo as desigualdades sociais com o Bolsa Família. Agora se perderam em projeto de poder pelo poder, tiveram problemas de natureza ética que são inaceitáveis. E a sociedade brasileira, preservando os acertos, terá que corrigir e punir os erros e encarar os novos desafios."

Ainda segundo Marina Silva, ela trabalha "por uma alternativa que reúna os progressistas, centro-esquerda, alguns segmentos da centro-direita para que a gente possa mostrar que o Brasil não precisa repetir o passado e nem ser sequestrado por esse presente desastroso que está sepultando o nosso futuro."

Marina Silva disse também que o PT precisa fazer uma autocrítica e que o Partido dos Trabalhadores fortaleceu a polarização e, consequentemente, a candidatura de Bolsonaro à presidência em 2018, quando ele foi eleito para o cargo.



Por Lucas Isídio

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