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Quantidade de leitos para Covid-19 é suficiente na Paraíba, mas secretário de Saúde ressalta: ‘nós precisamos que as pessoas cumpram seu papel de se proteger’

A quantidade de leitos disponíveis para tratamento de Covid-19 na Paraíba, 798, é considerada suficiente, segundo informou ao ClickPB, o secretário Executivo de Gestão da Rede de Unidades de Saúde, Daniel Beltrammi. 

No entanto, ressaltou que, apesar disso, é necessário que a população mantenha os cuidados, pois ‘nós precisamos que as pessoas cumpram seu papel de se proteger’. 

De acordo com Daniel Beltrammi, até o dia 31 de dezembro do ano passado houve uma ampliação de 181 novos leitos na Paraíba. “O reflexo desse incremento já foi possível ser visto na ocupação dos leitos especialmente nos últimos dez dias”, afirmou. Destacou ainda que o Estado tem capacidade para ampliar ainda mais, pois em outros meses chegou a se ter mais de mil leitos para tratamento da doença.

“Claro que o plano tem capacidade de expandir ainda mais, caso seja necessário, nós já chegamos a ter mais de mil leitos disponíveis para covid em todo o Estado, agora é muito importante lembrar que isso não autoriza ninguém a não se cuidar. A existência de leitos é para quando tudo que precisaria ser feito não foi. No caso é a prevenção, a proteção”, comentou ao ClickPB.

Ainda segundo o secretário, é fundamental que a população tenha a consciência de que os 798 leitos disponíveis nesse momento em todo o Estado são suficientes, “mas nós precisamos que as pessoas cumpram seu papel de se proteger”.  Segundo também frisou Daniel Beltrammi é que a quantidade é suficiente, tendo em vista o já observado nos boletins diários de ocupação e casos da doença. 

“A gente acompanhando as ocupações só por parte dos boletins, o que a gente tem conseguido ver agora mais recentemente, nós estamos com uma ocupação intensiva de adultos no Estado, de acordo com a leitura atual 52%. As enfermarias com 41% em todo o Estado. Isso mostra que a capacidade que está instalada para o momento ela é suficiente, cabe a nós, todos os cidadãos cumprir o nosso papel de não adoecer”, finalizou.


Por Aline Martins

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