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Crime ambiental e contra a saúde humana em área rural de Itaporanga

Pessoas até agora não identificadas, mas que podem ser descobertas e punidas, conforme as autoridades de saúde ambiental e humana, estão depositando irregularmente lixo em uma área rural do sítio Várzea do Saco. 

O local é de propriedade da família de Josué Pedroza e fica próximo às margens da estrada de acesso à comunidade Lagoa do Mato e de um riacho que corta o lugar.

O lixo acumula-se por uma vasta área e alcança o riacho, acarretando problemas ambientais porque esses rejeitos terminam poluindo as águas fluviais e também o próprio subsolo. Moradores e proprietários da vizinhança também estão prejudicados pelo lixão, pois fragmentos dos resíduos terminam em suas propriedades, atingindo habitações e criadouros.

Conforme um dos proprietários da área afetada, há cerca de três anos começaram a jogar sacolas e outros materiais descartáveis dentro do riacho e, mais recentemente, um lixão foi formado em um terreno próximo. Residentes e proprietários da área apelam para que as pessoas não depositem mais lixo no local sob pena de serem enquadrada por crime ambiental. Eles também pedem para que o poder público recolha o material jogado ilegalmente na natureza ou notifiquem os proprietários do terreno para que façam a limpeza.



Folha do Vale

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