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30 julho 2020

José Serra e filha se tornam réus em inquérito sobre lavagem de dinheiro

A Justiça Federal acatou denúncia do Ministério Público Federal e tornou o senador José Serra (PSDB) e sua filha, Verônica Allende Serra, réus em uma apuração sobre lavagem de dinheiro transnacional.
Na denúncia apresentada pela força-tarefa da Operação Lava Jato à Justiça Federal de São Paulo, os procuradores sustentam que o tucano pediu propina de 4,5 milhões de reais à Odebrecht e indicou uma conta na Suíça, pertencente a José Amaro Pinto Ramos, empresário amigo do tucano e apontado como operador de propinas do PSDB, para receber os valores entre 2006 e 2007. 

O pedido de propina teria ocorrido no final de 2006, ano em que Serra foi eleito governador de São Paulo, e os pagamentos, a partir de 2007, primeiro ano do mandato dele no Palácio dos Bandeirantes.

Segundo a acusação do Ministério Público Federal, que imputa crimes de lavagem de dinheiro ao senador, a conta offshore Circle Technical Company Inc, mantida por Pinto Ramos no Corner Bank da Suíça, recebeu 1,5 milhão de euros de duas offshores da Odebrecht no período.

A Justiça Federal acatou denúncia do Ministério Público Federal e tornou o senador José Serra (PSDB) e sua filha, Verônica Allende Serra, réus em uma apuração sobre lavagem de dinheiro transnacional.

Na denúncia apresentada pela força-tarefa da Operação Lava Jato à Justiça Federal de São Paulo, os procuradores sustentam que o tucano pediu propina de 4,5 milhões de reais à Odebrecht e indicou uma conta na Suíça, pertencente a José Amaro Pinto Ramos, empresário amigo do tucano e apontado como operador de propinas do PSDB, para receber os valores entre 2006 e 2007. O pedido de propina teria ocorrido no final de 2006, ano em que Serra foi eleito governador de São Paulo, e os pagamentos, a partir de 2007, primeiro ano do mandato dele no Palácio dos Bandeirantes.

Segundo a acusação do Ministério Público Federal, que imputa crimes de lavagem de dinheiro ao senador, a conta offshore Circle Technical Company Inc, mantida por Pinto Ramos no Corner Bank da Suíça, recebeu 1,5 milhão de euros de duas offshores da Odebrecht no período.



Msn.com

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