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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Pena de Lula é reduzida (Veja o Vídeo)

Até mesmo como advogado, estou sentindo que o Superior Tribunal de Justiça (STJ), pela sua 5ª Turma, está me considerando um verdadeiro idiota para acreditar na sua “isenção e imparcialidade”, no julgamento desta terça-feira (23), de mais um dentre os tantos outros recursos promovidos pelo meliante Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso em Curitiba, que teve a sua pena de prisão reduzida de 12 anos e um mês (TRF-4), para 8 anos, 10 meses e 20 dias, num “chute” unânime, impregnado de inexplicável subjetividade, pró-réu.


Por que 8 anos, e não 7, 9, 10 ou 11 anos?

Ora, se a condenação de Lula diminuísse para 7 anos, ao invés de 8, como foi, o réu poderia desde logo passar para o regime semiaberto. Daria muito na “cara”. Ficaria “chato” para o tribunal.

E se essa “reforma” diminuísse a pena para 9,10 ou 11 anos, Lula ainda teria que passar muito tempo atrás das grades, antes do regime semiaberto.

Portanto essa dissimulação foi absolutamente ridícula para quem consegue pensar na frente do próprio nariz. Esse tempo de condenação foi “bem calculado”. Para favorecer o réu. E foi o único objetivo.

Os “Superiores” Ministros do STJ fizeram uma força danada para esconder a simulação que articularam. Se diminuíssem um pouco mais a pena de Lula, ele poderia ficar livre das grades logo em seguida. Mas daria muito na “cara” essa falcatrua jurisdicional, e a reação do povo seria inesperada.

Ao que consta, com essa redução de pena, ele poderá migrar para o regime semiaberto, ou mesmo “prisão domiciliar”, como já se cogitou, já em setembro deste ano. Significa dizer que a soltura de Lula está sendo feita em “doses homeopáticas”, lentamente, sem “traumatismos”, para enganar “bobos”.

E sou capaz de apostar que a soltura de Michel Temer, pelo TRF 2, esteja perfeitamente “casada” com a soltura de Lula.

São os tais acordos de “gabinete”. Entre políticos, Ministros e, eventualmente, Desembargadores. A equação político-jurídica poderia ser assim resumida: “Lula solta Temer e Temer solta Lula”. Esse foi o “acordão”.

Embora não me considere nenhum “Nostradamus”, essa peripécia judicial que está soltando Lula foi prevista por mim nos mínimos detalhes , no artigo “O ‘ACORDÃO’ QUE SOLTOU TEMER TAMBÉM LIBERTARÁ LULA DAS GRADES”.


Abaixo, veja o vídeo com o comentário de José Nêumanne Pinto:

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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