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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Operação Lava Jato: Justiça manda prender ex-ministro de Lula José Dirceu(PT)

A Justiça do Paraná determinou na noite desta quinta-feira (16) a prisão do ex-ministro José Dirceu do PT. O juiz federal Luiz Antonio Bonat informou que Dirceu terá até as 16h desta sexta (17) para se entregar à Polícia Federal, em Curitiba.

A determinação aconteceu após o Tribunal Regional Federal negar um recurso da defesa, que pediu prescrição da pena de 8 anos e 10 meses, relativos à segunda condenação do ex-ministro na Lava Jato.


A decisão aconteceu de forma unânime. Dirceu já havia ficado preso entre agosto de 2015 e maio de 2017 e saiu após um habeas corpus obtido no Supremo Tribunal Federal. Em maio de 2018, ele foi preso novamente e solto em junho, quando a segunda turma do STF optou por sua liberdade, até que os recursos fossem julgados pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Wikipédia, a enciclopédia livre:

José Dirceu de Oliveira e Silva (Passa Quatro, 16 de março de 1946)[1] é um ex-político e ex-advogado[2] brasileiro. Foi deputado estadual e federal por São Paulo, e ministro-chefe da Casa Civil do Brasil. É acusado de tráfico de influência, enriquecimento ilícito e diversos crimes praticados nos Governos Lula e Dilma no período de 2003 a 2016, tendo sido condenado pelos crimes relativos ao chamado escândalo do mensalão.

Em 2012 foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na ação penal 470, pelo crime de corrupção ativa,[6] sendo preso em novembro de 2013 e, quase um ano depois, liberado para cumprir o restante de sua pena em casa.[7][8]

Em 3 de agosto de 2015, Dirceu voltou a ser preso, desta vez pela participação no esquema conhecido como Petrolão.[9] Em 11 de abril de 2016, teve seu registro de advogado cancelado pela Primeira Câmara do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).[2] Em 18 de maio de 2016, Dirceu foi condenado a 23 anos e três meses de prisão por crimes de corrupção passiva, recebimento de vantagem indevida e lavagem de dinheiro no esquema de corrupção descoberto na Petrobras pela Operação Lava Jato.[10] Em março de 2017, voltou a ser condenado na Operação Lava Jato a 11 anos e três meses pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As penas somadas, no âmbito da Lava Jato, chegam a 31 anos.[11]


Da Redação com MaisPB

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