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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Disputa presidencial entre Jair Bolsonaro e Haddad, gera movimentações políticas na Paraíba

A disputa presidencial entre Jair Bolsonaro, do PSL, e Fernando Haddad, do PT, continua gerando movimentações políticas em todos os lugares do país e na Paraíba não é diferente.

Em entrevista nesta segunda-feira (15), alguns novos parlamentares da Paraíba deram o tom da campanha. Enquanto o líder do Governo na Assembleia Legislativa da Paraíba, Hervázio Bezerra (PSB) declara abertamente que não apenas irá votar, como também irá trabalhar para eleger o professor Haddad como presidente da República, a médica Paula Frassineti, do Progressistas, recém eleita deputada estadual, prefere adotar a postura da cautela.


“Não apenas vou dar meu voto, como vou trabalhar e tentar reverter alguns amigos que simpatizam com essa candidatura de Bolsonaro, que se vier a vingar, está gravado aqui no programa, nós vamos passar por momento terríveis, vai ser pior do que Collor de Melo, sem nenhuma dúvida. E se tivermos a oportunidade de participar do debate, que ele já disse que vai a algum, e se for será àquele debate já no final da campanha, que não muda muita coisa. Mas tenho certeza que se ele fosse agora, a coisa mudaria drasticamente. Mas tenho muita fé e esperança ao Brasil, não vou dar as costas ao Brasil.”, ressaltou.

Apesar de dizer que torce por mudanças, a parlamentar evitou se pronunciar publicamente pró Bolsonaro. Em Cajazeiras, cidade natal da parlamentar eleita, o professor Haddad ganhou com 56% dos votos no primeiro turno do pleito.

“Essa vai ser uma decisão partidária. Da mesma forma que fizemos com o governo do Estado quando Zé Aldemir e eu declaramos voto em Maranhão, mas tivemos que voltar atrás para seguir com Lucélio, atendendo a um chamado do partido. Da mesma forma estaremos indo à Brasília quarta-feira, vamos ouvir Aguinaldo e isso vai ser uma decisão partidária, do grupo.

Paula ainda deixou claro que não é daquelas que torce pelo melhor, mas entende que mudanças devem ser realizadas.

“Eu não sou daquelas que o pior é o melhor. Não podemos apostar no pior nem de Haddad nem tampouco de Bolsonaro. São dois candidatos que estão na reta final e a gente tem que ter esperança de ter um Brasil melhor. Eu sou mais inclinada pela mudança. Não vamos achar que vai ser pior. Fielmente eu tenho esperança que o Brasil vai melhorar”, arrematou.


PB Agora

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