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sábado, 6 de janeiro de 2018

João Azevedo diz que seu grupo só tem uma pré-candidatura e evita falar da oposição: eles já têm problemas demais

O secretário João Azevedo (PSB), pré-candidato ao Governo do Estado, confirmou, em entrevista nesta sexta-feira (05), sua desincompatibilização no mês de março. O socialista evitou comentar sobre a exposição esta semana protagonizada pela oposição. “Eu tenho muito pouco a dizer com relação à oposição porque eu acho que eles já têm problemas demais”, disse.

João disse que o seu grupo tem um plano único para as eleições a Governo este ano.
“A nossa proposta está posta já há algum tempo, meu nome foi lançado, o partido fez a ratificação do meu nome em um congresso aqui em João Pessoa e nós estamos trabalhando nesse plano, que é plano único, não tem plano A, B, C, D para se discutir.
Existe um plano único que o partido optou e que estamos trabalhando, e é nesse foco que nós estamos muito concentrados”, disse.


João Azevedo destacou a necessidade de manter as políticas públicas, as relações republicadas e a responsabilidade administrativa no Estado. Ele afirmou que sua pretensão de ser governador da Paraíba tem como objetivo principal ampliar o desenvolvimento alcançado pela Paraíba nos últimos sete anos. “A Paraíba hoje vive um momento extremamente importante, na sua economia, na sua autoestima, nas ações que esse governo comandado por Ricardo Coutinho teve oportunidade de fazer durante os últimos sete anos e, evidentemente, o meu propósito é ampliar ainda mais esse crescimento”, disse.

Entre os pontos destacados pelo secretário como prioritários, na sua avaliação, estão a segurança hídrica e a escola integral. João Azevedo revelou que o Boqueirão, após o fim do racionamento em Campina Grande e região, está evoluindo muito bem. “Nós estamos, hoje, com praticamente 40 milhões de metros cúbicos em Boqueirão. Quando as águas do São Francisco chegaram, tínhamos 11,6 milhões de metros cúbicos”, informou.

Na entrevista, João Azevedo menciona, também, as obras de uma nova adutora que está em andamento – o sistema Curimataú, as previsões sobre o Acauã-Araçagi e o acompanhamento das obras do Eixo Norte da Transposição, cujo atraso preocupa o Governo do Estado.

O secretário ainda falou que pretende continuar com o apoio da vice-governadora Lígia Feliciano. João Azevêdo ressaltou que Lígia mantém uma “postura extremamente correta e leal durante todo esse tempo e é participante do projeto, construiu o projeto junto”. Devido a isso, existe uma proposta de continuidade do projeto. “Ela tem sido extremamente leal e nós esperamos que ela esteja junto nesse processo”, destacou o secretário, lembrando que a vice-governadora é filiada a outro partido e tem independência.

A possibilidade de Ricardo Coutinho permanecer no cargo até o fim do mandato ou sair para lançar candidatura ainda não está totalmente definida, segundo João Azevêdo. Ele considera que esta decisão é extremamente pessoal e só poderá ser definida pelo próprio governador. No entanto, o secretário acredita que caso Ricardo Coutinho lançasse candidatura, seria muito bem avaliado nas urnas. “Ele está abrindo mão disso em troca da continuidade de um projeto, pensando em muito mais nos paraibanos do que nele mesmo”, avaliou João Azevêdo que ainda afirmou que “na condição de candidato ou ficando no governo ele ajuda da mesma forma e faz crescer e melhora o nível dessa disputa”.



Clickpb com Assessoria

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