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Escândalo protagonizado pelo PT quebrou fundos de pensão e trabalhadores pagam até hoje do próprio bolso



Um vídeo que voltou a circular nas redes nos últimos dias relembra um dos escândalos de corrupção protagonizados pelo PT, que levou à uma quebradeira, quase irreversível, os fundos de pensão patrocinados por empresas estatais, como o Correios.


É o trecho de uma reportagem levada ao ar pela Rede Globo, em 2016. Nela, o âncora do telejornal, o jornalista Chico Pinheiro, bate bola ao vivo com o apresentador de Brasília:


“E os fundos de pensão acumulam um buraco de 70 bilhões de reais e o valor só vai aumentando. É a conta dos investimentos mal feitos e dos escândalos de corrupção ocorridos nos governos do PT. E sobrou para os trabalhadores, que jà estão pagando taxa extra pra cobrir o rombo e garantir que a aposentadoria deles não vá para o espaço”

 

Na sequência, a matéria mostra o caso de um carteiro indignado com o desconto de R$ 247,00 por mês.

Mas o vídeo revela só a ponta do iceberg deixado pelos governos de Lula e Dilma

Na mesma época, uma reportagem do Jornal do Comércio, publicada em setembro de 2016, trazia detalhes dos ‘desvios e malfeitos’ em vários fundos de pensão do país, que correspondiam a 62,6% do rombo do sistema, levando a um buraco quase sem volta.


“Os quatro fundos de pensão patrocinados por empresas estatais sob alvo da Operação Greenfield da Polícia Federal respondem por 62,6% do rombo acumulado de todo o sistema em 2015. Juntos, Funcef (fundo de pensão dos empregados da Caixa Econômica Federal), Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios) registraram déficit de R$ 48,7 bilhões, diante dos R$ 77,8 bilhões de resultado negativo de todo o sistema de fundos de pensão do País. Em 2015, a Petros registrou déficit de R$ 22,6 bilhões; a Previ, R$ 16,1 bilhões; a Funcef, R$ 8,8 bilhões; e o Postalis, R$ 1,2 bilhão”, diz o início da reportagem, esclarecendo na sequência que o prejuízo havia aumentado 151% em relação ao ano de 2014.

Até os dias atuais, antigos rombos dos fundos de pensão ainda são cobertos pelos cofres do tesouro nacional, ou seja, pelo imposto do cidadão brasileiro.


Os trabalhadores das estatais, em muitos casos, ainda são obrigados a ‘engolir calados’ um gordo desconto em seus holerites, a cada pagamento mensal.


E agora ‘os bandidos querem voltar à cena do crime’, com o objetivo de concluir o que começaram.

Veja

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