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24 agosto 2021

“Brasil vive uma ditadura sob belas palavras”, diz Bernardo Küster



O jornalista Bernardo Pires Küster, diretor de opinião do BSM, concedeu hoje uma entrevista ao programa Os Pingos nos Is, da Rádio Jovem Pan, para denunciar os seguidos ataques que vem sofrendo por parte da cúpula do Judiciário, da CPI da Pandemia e das redes sociais. Bernardo teve Facebook e Twitter censurados; o YouTube desmonetizado; o Instagram apagado; e o sigilo bancário quebrado pela CPI.

“Às vezes eu fico achando que estava naquele quarto com o Geddel”, disse Bernardo, numa referência ao político baiano Geddel Vieira Lima, condenado por corrupção. “O Brasil vem passando por uma ditadura de veludo, envernizada com belas palavras – defesa da vida, defesa da ciência, combate ao negacionismo – mas, na prática acaba promovendo a censura do debate, calando as vozes dissidentes e até impossibilitando os meios de vida de certas pessoas.”

Falando para mais de 190 mil pessoas ao vivo, Bernardo denunciou que o bloqueio do canal do BSM por ter publicado um vídeo sobre a tomada do poder pelo Talibã no Afeganistão. “Disseram que isso era fake news!”

A escalada contra o jornalista atingiu até seu direito de fazer uma simples oração católica.  “Há um mês, quando fui rezar o terço no Instagram, tive cortada a minha possibilidade de fazer lives no Instagram. Se isso não é uma perseguição ao fato de ser cristão, católico e conservador, o que poderia ser?”

O senador Randolfe Rodrigues, cuja voz de castratto ecoa na CPI da Pandemia, pediu a quebra de sigilo bancário de Bernardo por acreditar que o jornalista “recebe dinheiro do governo” para defender o tratamento da covid com medicamentos off label e por criticar o “isolamento horizontal” no início da pandemia.

Respondendo a uma questão de Ana Paula Henkel sobre a ditadura sanitária, Bernardo comentou a escalada de ataques contra a liberdade em diversos países ao mesmo tempo. “Um dos meus vídeos censurados mostra uma palestra do diretor da OMS, Tedros Adanom, na Universidade de Pequim, em que ele defende a implantação de um sistema de saúde global. Isso exigiria um mapeamento e controle de todos os cidadãos do planeta. Quem tem um sistema para fazer isso, senão a China? Essa escalada por uma administração mundial já está sendo percebida pelas pessoas. A desculpa sanitária está sendo usada para controlar a população – aqui no Brasil, como estamos vendo com o passaporte sanitário do Doria para entrada em bares e restaurantes, e no mundo inteiro.”

Com mais de 1 milhão de seguidores em suas redes sociais, Bernardo acredita que os comunicadores independentes são perseguidos exatamente porque furam a bolha do sistema e por isso incomodam os donos do poder que desejam controlar a sociedade de maneira centralizada. “Um exemplo de quem conseguiu furar a bolha é o próprio Donald Trump, que surgiu como um fenômeno político e foi castrado. Associado aos movimentos de 6 de janeiro no Capitólio, ele foi inocentado em todas as instâncias, mas mesmo assim acabou sendo submetido a um tribunal das Big Techs. Parece o Ministério da Verdade de George Orwell. Estamos assistindo à realização da literatura distópica de 1984Admirável Mundo Novo e Fahrenheit 451”.

 


Por Bernardo Küster na Jovem Pan

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