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João Azevedo diz que não é momento para tratar de impeachment de Bolsonaro e defende prorrogação de auxílio

Diante do inicio da campanha de imunização e do avanço da crise que o Brasil atravessa em decorrência do Covid-19, o governador João Azevedo (Cidadania), declarou em entrevista, que não é momento para se tratar do processo de impeachment do Presidente da República Jair Bolsonaro.

O governador disse que na situação em que o País atravessa, um processo de de impeachment poderia atrapalhar e levar ao fracasso a campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil.

“Evidentemente que tudo será apurado, será levantado. Eu tenho a impressão que na situação que nós estamos hoje, um processo de impeachment entrar agora na pauta, nós estaríamos fadado ao fracasso do próprio processo de vacinação” opinou.

No entendimento do govenador da Paraíba “se alguém cometeu alguma irregularidade que leve a um processo de impeachement, que seja discutido no Congresso Nacional no momento oportuno,

João Azevedo também se manifestou preocupado com o processo aberto pela Procuradoria Geral da República contra o Ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Para o governador, trocar o ministro agora no início da imunização, e com a pandemia ainda fora de controle, seria desastroso.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF),, abertura de inquérito para apurar a conduta do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em relação ao colapso da saúde pública em Manaus (AM), que registrou falta de oxigênio medicinal em hospitais na semana passada.

“Imagine se nós tivermos uma substituição de um Ministro da Saúde. Seria o quarto ministro a entrar nesse governo?. Isso seria um desastre no meio de uma campanha de vacinação. Então eu acho que tem momentos para se discutir as coisas” observou.

Auxílio Emergencial – Durante a entrevista, o governador João Azevedo defendeu a prorrogação do Auxílio Emergencial. Ele lembrou que o auxílio terminou e não foi prorrogado ainda, e se não for, conforme alertou o governador, o Brasil terá consequências sérias. Segundo ele, os efeitos do fim do auxílio emergencial já começam a ser sentidos no País.

Ele lembrou que muitos brasileiros que perderam o auxílio e não tem renda, já sofrem com a falta de alimento, o que existe ações do Estado para socorrer essas pessoas nesses tempos difíceis e enfrentar a crise.

“Por isso eu defendo sim, a prorrogação do Auxílio Emergencial. Há necessidade. Isso está sendo feito em todos os países. Os Estados Unidos está mantendo isso agora” destacou. ssssss



Por Severino Lopes

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