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‘Se algo acontecesse comigo’, diz ex-executiva farmacêutica morta, ‘é um jogo sujo e você sabe exatamente quem e por quê’

No último dia 8 de dezembro, a ex-executiva de vendas da empresa farmacêutica Merck e fundadora do learntherisk.org, um site dedicado a educar as pessoas sobre os riscos associados às vacinas, Brandy Vaughan, foi encontrada morta.

De acordo com o Children’s Health Defense, Vaughan teria morrido de “complicações da vesícula biliar”, embora a fonte do relatório não tenha sido citada, nem compartilhado a causa específica das complicações.

Logo após saber de sua morte, uma amiga de Vaughn, Erin Elizabeth, compartilhou screenshots de uma postagem no Facebook. Na publicação, em dezembro de 2019, Vaughan garantiu aos leitores que não era suicida e não tomava nenhuma droga que a levasse a morrer de repente.

“A postagem que eu gostaria de não ter que escrever. Mas, dadas algumas tragédias nos últimos dois anos, sinto que é absolutamente necessário publicar esses dez fatos. Por favor, capture uma imagem para o registro”, escreveu Vaughan.

“Tenho uma grande missão nesta vida. Mesmo quando eles tornam tudo muito difícil e assustador, eu nunca tiraria minha própria vida. Ponto final”, continuou Vaughan. “Em outras palavras, não estou em nada que possa me matar inesperada ou repentinamente”.

“Se algo acontecesse comigo, seria um crime e você sabe exatamente quem e por que – dado meu trabalho e missão nesta vida”, afirmou.

Elizabeth também compartilhou uma captura de tela de um texto que recebeu de Vaughan, no qual ela expressou preocupação em ser envenenada e, aparentemente, fez referência à morte do Dr. Ben Johnson, em janeiro de 2019.

Vaughan, que trabalhava como representante de vendas de produtos farmacêuticos da Merck, explicou como começou como ativista expondo os perigos das vacinas e da indústria farmacêutica em um vídeo compartilhado em 2015.

“Quando descobri que a Merck havia falsificado os dados de segurança e o Vioxx, na verdade, tinha o dobro de ataques cardíacos e derrames [para] pessoas que o tomavam, realmente me fez perceber que havia muita corrupção nos bastidores”, disse Vaughan. “Só porque uma vacina está no mercado, não significa que seja segura.”

“Quanto mais me aprofundava nisso, percebia que as vacinas não são para a saúde pública. É realmente sobre o lucro da empresa farmacêutica. Basicamente, é jogar roleta russa com nossos filhos”, continuou Vaughan. “Fiquei muito motivada para entrar mais nessa luta quando percebi os projetos de lei de vacinação obrigatória que estavam varrendo o país.”

Vaughan fundou a Learn The Risk, uma organização sem fins lucrativos, em resposta a uma das primeiras leis de vacinação obrigatória na Califórnia (SB277), de acordo com seu site. O SB277, que foi sancionado em 2015, “proibia os pais de citarem suas crenças pessoais como motivo para não vacinar seus filhos”.

Vaughan começou a ser intimidada quando voltou de uma manifestação de protesto contra SB277, em Sacramento, explicou em um vídeo compartilhado em 2015.


Terça Livre

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