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Educação online e a distância pode ser tendência para o futuro

Com o isolamento social, muitas pessoas adotaram o regime de teletrabalho e precisaram reinventar a relação com os empregos. Há quem defenda que a pandemia foi um divisor de águas. Em um futuro não muito distante, por exemplo, as escolas públicas poderão adotar essa metodologia virtual a distância no modelo de ensino.

“Essa nova cultura compulsória implantada pelo momento pandêmico, sem dúvidas, impõe um grande desafio para as gestões públicas, ao mesmo tempo que abre perspectivas para se investir em modelos híbridos – presencial e virtual – do ensino”, diz o secretário de Educação de Campina Grande, Rodolfo Gaudêncio.

Na prática, significa dizer que professores e alunos poderão ter que se adaptar a novas formas de aprender e ensinar, em um sistema de aulas presenciais, online e por vídeo aulas. Muitas escolas começaram a adotar aulas online, como forma de evitar aglomerações.

A modalidade de ensino a distância (EAD) já faz parte da realidade de jovens e adultos matriculados em cursos de graduação e pós-graduação. Por outro do, as creches municipais de Campina Grande passaram a adotar essa forma de ensino no período da pandemia.

Além dos trabalhos de rotina, os professores passaram a gravar videoaulas e utilizar outras plataformas de ensino e aprendizagem, compartilhando com todos os alunos da rede municipal de ensino. Por causa disso, é necessário considerar essas transformações na educação para 2021, já que o futuro prevê essa mistura do ensino presencial com o online.

As escolas e creches municipais também têm adotado reuniões virtuais, o que obedece aos protocolos e medidas sanitárias cobradas neste contexto de pandemia. Para o período pós-pandemia, é previsto que esses novos formatos sejam expandidos pelo poder público.

Essas transformações exigem um esforço por parte dos profissionais da educação, com treinamentos e capacitação na área das tecnologias de informação e comunicação. Os alunos, por sua vez, crescem e evoluem neste contexto tecnológico. Percebe-se, assim, que a pandemia cobra uma reorganização e adaptação da educação brasileira para os próximos anos.


Por Alisson Correia

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