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Jornalista revela planos do Antifa de espalhar violência por todo o país ao Congresso dos EUA

O jornalista Andy Ngo revela que foi ameaçado, junto com sua família, pelo grupo “violento e insurrecional” Antifa. Revelou também que teve medo de testemunhar perante o Congresso, mas teve ainda mais medo de “permanecer em silêncio”.

Ngo, que cobre o Antifa desde 2016, disse em uma audiência do Subcomitê da Constituição do Comitê Judiciário do Senado, na terça-feira (4), que “a menos que tomemos medidas, o que está acontecendo em Portland hoje, em breve acontecerá em cidades de todo o país.”

“O que testemunhamos quase diariamente são protestos violentos e rebeliões lideradas pelos Antifas. Mesmo quando não estão iniciando incêndios, usando explosivos e tentando mutilar policiais, eles deixam mensagens ameaçadoras como cabeças de porco decapitadas fora do tribunal”, disse Ngo, explicando o motivo de suas reivindicações.

O jornalista estava se referindo aos mais de dois meses de tumultos noturnos destrutivos, vistos na cidade de Portland, organizados e liderados pelo grupo de esquerda (Antifa), usando como pretexto a indignação do país pela morte de George Floyd em 25 de maio.

Como editor geral do site de notícias digitais The Post Millennial, as reportagens detalhadas e bem elaboradas de Ngo expuseram a estrutura organizacional descentralizada do Antifa, métodos de arrecadação de fundos, recrutamento de novos membros, treinamento em táticas e planos violentos e insurrecionais para destruir os Estados Unidos e substituí-los por um regime totalitário.

“O Antifa não é um mito. Tenho relatado suas atividades desde 2016. Suas ameaças contra mim e minha família têm se mostrado muito reais. Como qualquer bom jornalista sabe, as histórias mais importantes costumam ser aquelas que não são contadas. Esta história não está sendo contada”, disse Ngo.

“O público americano sabe pouco sobre esse violento grupo insurrecional e sua ideologia radical”, declarou Ngo. “Fiz do Antifa meu alvo, e isso me torna um alvo. Seus seguidores consideram minha reportagem como uma ameaça à missão deles, então eles usam a violência e a intimidação para tentar me assustar e me calar”.

“Eles quase conseguiram no ano passado, quando me cercaram no centro de Portland. Eles me espancaram tanto, que fui hospitalizado com [hemorragia cerebral], acrescentou.

Ngo afirmou que ainda está sofrendo as consequências do espancamento e que as autoridades locais ainda não prenderam ou acusaram ninguém em conexão com o ataque.

“Infelizmente, muitos na mídia optaram por ignorar ou minimizar esse extremismo disfarçado de demandas por justiça racial”, disse ele ao subcomitê.

A violência em Portland foi organizada e liderada pela Youth Liberation Front (YLF), que ele descreveu como “uma organização sombria da Antifa com filiação secreta”.

O YLF tem “frentes em todos os EUA, organizadas em sites de mídia social como o Twitter. Eles defendem abertamente levantes violentos em Portland e em outros lugares”, disse Ngo.

Em 25 de julho, por exemplo, Ngo disse que a YLF emitiu “apelos para ação nacional” que foram seguidos por tumultos em Seattle, Portland, Oakland, Austin, Atlanta e Richmond, entre outros.

“Houve vários tiroteios, dezenas de policiais feridos e até um homicídio”, disse Ngo. Completou dizendo: “Eu vi com meus próprios olhos como centenas de supostos manifestantes trabalham juntos para realizar atos de criminalidade organizada contra o governo e civis.”

A Antifa “dominou a arte de fazer sua violência parecer inócua. Projéteis que se parecem com balões de água podem ser preenchidos com produtos químicos, pequenos estilingues podem ser usados ​​para projetar pedras, vidro e rolamentos de esferas em linhas policiais, pontas de guarda-chuvas podem ser presas com canivetes discretos e poderosos lasers de mão podem causar sérios danos a os olhos”, disse o jornalista.

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