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Homem é preso suspeito de comandar suposto estupro contra ex-companheira, na Paraíba

Um homem foi preso na tarde desta quarta-feira (20), no município de Itapororoca, na Zona da Mata, suspeito de torturar e comandar um suposto estupro coletivo contra uma ex-companheira. 
A prisão aconteceu durante operação da Polícia Civil com apoio de guardas municipais da cidade.

De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Civil, o suspeito é ex-presidiário e possui envolvimento por tráfico de drogas e assaltos. Segundo o delegado Marcos Paulo Sales, o suspeito teve a prisão preventiva decretada pela Justiça após investigações da Polícia Civil.
Crimes

Os crimes ocorreram no dia 2 deste mês, em Jacumã, distrito do Conde. A vítima foi levada para a Maternidade Cândida Vargas, em João Pessoa, nessa data, bastante machucada, onde ficou internada por seis dias.

A vítima contou que residia em Itapororoca com o suspeito e foi trazida por ele para uma festa em Jacumã, onde foi agredida fisicamente pelo homem e estuprada por ele e outros seis homens desconhecidos. Entretanto, ela foi submetida a exames sexológicos, que não comprovaram a violência sexual.

Mesmo assim, o caso segue sendo investigado em virtude da possibilidade da mulher ter sofrido atos libidinosos classificados pela atual legislação como estupro, apesar de não ter ocorrido ato sexual. “Estamos apurando para descobrir o que, de fato, aconteceu naquela noite”, explicou o delegado.
Desconhecidos

Apesar de ser ex-companheira, a vítima não conhecia a verdadeira identidade do suspeito. Isso levou a Polícia a iniciar uma intensa investigação para localizar o agressor. “Ela desconhecia os dados do suspeito, sabendo apenas o seu pré-nome e que era morador da cidade de Itapororoca. Com base nisso, descobrimos que se tratava de um ex-presidiário”, afirmou Sales.
Suspeito negou denúncias

O suspeito negou as denúncias e disse que a vítima se machucou após sofrer um acidente de carro. Apesar disso, ele será conduzido para carceragem e apresentado à Justiça. “As investigações prosseguem para identificarmos possíveis coautores do crime”, garantiu o delegado.



Portal Correio

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