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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

'Dicionário Nordestinês' traz curiosidades engraçadas do vocabulário regional

O nordestino é um povo arretado, que por uma peinha de nada ‘rá’ tá fazendo munganga. Mesmo com um mói de problemas, é difícil você vê-lo pegando ar. Alguns até que são arengueiros, mas a grande maioria não é muito de fazer pantim. A gente gosta de viver incangado um no outro. 

Uns até ficam se pabulando por morar em uma terra tão maravilhosa. Neste domingo (8), comemora-se o Dia do Nordestino, traz para você, através de frases e um mini-dicionário, um pouco da linguagem usada nesta região esquecida por muitos, mas com uma tuia de motivos para ser exaltada. 

Para entender melhor o processo de linguagem, a reportagem conversou com a professora doutora e imortal da Academia Paraibana de Letras (APL), Socorro Aragão. Para ela, a língua é viva e está em constante modificação. Ela explica que o regionalismo é algo muito presente na nossa comunicação e que, como o próprio nome já diz, é influenciada pela cultura e costumes de diferentes regiões. 

Ela, que já escreveu alguns glossários relativos a linguagem popular, apontou José Lins do Rêgo, José Américo de Almeida e Ariano Suassuna como representantes do regionalismo na literatura.

“Não tem um único. Aqui na Paraíba, José Lins do Rego e José Américo são os mais famosos. Ariano também, mas ele já é menos, não tem tanta novidade. Mas os três maiores são eles. Mas tem também os cordelistas, que usam não só o regionalismo, mas também muitas palavras antigas. Não há como definir um autor. São autores de linha regionalista”, explicou. 

Para saber um pouco mais do linguajar do nosso povo, o Portal Correio criou um ‘dicionário nordestino’. Vale lembrar que foram listadas apenas algumas palavras. Confira abaixo:


Dicionário Nordestinês


Dicionário Nordestinês


Dicionário Nordestinês



Por Rammom Monte

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