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terça-feira, 19 de setembro de 2017

O Sorvete no Banco dos Réus: Saiba o que está por trás desse doce vilão

A história começa na China. Descoberto há três mil anos pelos chineses, o sorvete faz sucesso desde os tempos antigos, quando sua base era feita de neve com suco de frutas. Ao longo do tempo esta técnica foi passada de geração em geração, sendo modificada, alterada até se transformar nos famosos sorvetes hoje conhecidos.

No entanto, esta “delicia” gastronômica, tão apreciada durante os dias de calor e promovida por conter supostos “valores nutritivos”, por trás de sua aparência atrativa, repleta de tantas cores e sabores das coberturas, balas, farofas e outros confeitos;
esconde centenas e centenas de armadilhas para seu organismo que colocam sua saúde em risco. Talvez seja por essa razão que as escrituras também nos alertam: “Não cobices os seus delicados manjares, porque são comidas enganadoras”. Provérbios 23:1-3.

Considerando os principais ingredientes que constituem os picolés e outras guloseimas da vida, os sorvetes e derivados são feitos a partir da mistura de água ou leite, açúcar, gordura, suco ou aroma de frutas, corantes, emulsificante, espessante e aditivos químicos, o que se torna prejudicial à saúde. Além disso, possui também diferentes técnicas de fabricação. Sua fórmula permite que sejam acrescentados ingredientes para obter sabores e texturas variadas.

Um estudo que circula na internet, selecionou os dez piores alimentos de todos os tempos para a saúde, o sorvete conseguiu a façanha de ficar em décimo lugar. Segundo a Nutricionista Canadense Michelle Schoffro Cook, “os altos índices de açúcar e gorduras trans presentes nos sorvetes industrializados, além dos corantes e aromatizantes artificiais, podem causar sérios danos ao cérebro e ao sistema nervoso”.

As gorduras Hidrogenadas, Trans e Saturadas, são responsáveis pela consistência macia e espumosa dos sorvetes. Entretendo, todas são nocivas ao organismo, pois reduzem o chamado bom colesterol e aumentam o colesterol ruim, consequentemente aumentam também os riscos de doenças cardiovasculares e inclusive a obesidade. É importante considerar que até mesmo os chamados sorvetes light não escapam desse perigo.

Ressaltam-se também os principais ingredientes associados ao estágio tecnológico dos locais de fabricação, os quais se tornam alimentos de alto risco epidemiológico para o consumidor. Segundo o Guia Para o Gerenciamento de Riscos em Alimentos “seus ingredientes principais, associados ao processo de fabricação, caracterizam o sorvete como um alimento de alto risco epidemiológico para o consumidor. Os perigos (físicos, químicos e microbiológicos) são provenientes do processo produtivo, sem controle sanitário, tratamento térmico e manipulação inadequada, inexistência de seleção de fornecedor de ingredientes…”.

Há também outro problema a ser considerado. Todo alimento gelado provoca um “choque térmico” uma vez que a temperatura do nosso corpo gira em torno de 36º C. Isso provoca vasoconstrição dos vasos da faringe e da laringe, e pode ser irritativo. Como reduz temporariamente o fluxo de sangue na região, pode aumentar a proliferação de bactérias anaeróbias. A esse respeito a escritora norte americana E.G.W disse com muita propriedade há muitos anos atrás: “Não aprovo o comer alimento frio, porque a vitalidade do organismo será requerida para aquecer o alimento, até que ele se torne da mesma temperatura do estômago antes do trabalho de digestão começar”.

Pelos motivos e razões supracitados, devemos ser capazes de raciocinar da causa para o efeito. Lembre-se que, o sorvete pode até ser gostoso, mas não é bom, se fosse bom, não faria mal. Portanto, siga a orientação da palavra de Deus que diz: “Abstende-vos de toda forma de mal.” 1 Tessalonicenses 5:22.



Por Adriano Santos

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