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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Dia Mundial do Coração é celebrado nesta sexta-feira

O Dia Mundial do Coração é celebrado em 29 de setembro. 

A data tem como objetivo lembrar a importância dos cuidados que são necessários para ter um coração saudável, sensibilizando a população sobre os riscos das doenças que podem ocorrer em qualquer idade.

De acordo a coordenadora do Núcleo de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis da Secretaria de Estado da Saúde, Gerlane Carvalho, o crescimento do número de mortes por infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma tendência mundial. “Infelizmente, muitas pessoas só se conscientizam quando têm algum infarto, AVC ou complicação que envolva doenças no coração.
A assistência e o tratamento são, de fato, muito importantes, mas a prevenção é sempre a melhor saída”, disse.

Gerlane enfatizou, ainda, que a comemoração do Dia Mundial do Coração é importante para alertar a população sobre a importância de prevenir e combater fatores de risco modificáveis.

“O tabagismo, colesterol alterado, hipertensão arterial, inatividade física, sedentarismo, sobrepeso ou obesidade, presença de diabetes e alimentação inadequada, são fatores que contribuem para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares, mostrando que é imprescindível adotar hábitos saudáveis”, pontuou Gerlane Carvalho.

As doenças cardiovasculares são um conjunto de problemas que atingem o coração e os vasos sanguíneos. Segundo o Ministério da Saúde, elas lideram as causas de morte no Brasil, assim como na média dos países do mundo, respondendo por cerca de um terço do total de óbitos.
“Aproximadamente 34% das mortes em todo mundo ocorrem em decorrência de doenças cardiovasculares – infarto e AVC. No Brasil, em 2015, 346 mil pessoas morreram por doenças cardiovasculares – uma pessoa morre a cada quarenta segundos por doenças do coração, no país”, informou o cardiologista da SES, Fábio Almeida.

Essas doenças têm apresentado cada vez mais incidência na população, isto porque a vida moderna estimula o sedentarismo e uma alimentação inadequada. Estima-se que no Brasil existam, pelo menos, 600 mil pessoas que convivem com algum tipo de problema cardíaco. Apesar de mais comuns a partir dos 45 anos, as doenças cardiovasculares são resultado da combinação de fatores de risco – como tabagismo, colesterol alto, diabetes e pressão alta – durante anos e anos.

As doenças cardiovasculares mais comuns são infarto, insuficiência cardíaca, má circulação, arritmias e derrame cerebral. Os maiores fatores de risco para essas doenças são colesterol alto, tabagismo, pressão alta, obesidade e sedentarismo.

Dados – Na Paraíba, as doenças do coração com mais casos de óbitos são o infarto e o AVC. Neste ano, até o momento, foram registradas 1.327 mortes por infarto. Em 2016, foram registrados 2.376 óbitos por infarto. Já em 2015, foram 2.335 mortes.

Com relação ao AVC, neste ano, até então, foram 517 mortes. Em 2016, 964 óbitos foram registrados por AVC. Já em 2015, foram 870 óbitos.

Ações – A Secretaria de Estado da Saúde (Ses), promove nesta sexta-feira (29), na Faculdade Maurício de Nassau, o evento Cuide do Seu Coração. As atividades começam às 9h, na sala 708, e serão destinadas aos alunos dos cursos da área da saúde. O palestrante será o cardiologista da Ses, Fábio Almeida de Medeiros.

De acordo com Fábio Almeida, as doenças cardiovasculares são as que mais causam mortes no mundo. “Aproximadamente 34% das mortes em todo mundo ocorrem em decorrência de doenças cardiovasculares – infarto e AVC. No Brasil, em 2015, 346 mil pessoas morreram por doenças cardiovasculares – uma pessoa morre a cada quarenta segundos por doenças do coração, no país”, informou.

Caravana do Coração – A Caravana do Coração começou a partir da Rede de Cardiologia Pediátrica da Paraíba (RCP – PB). É uma ação do Governo do Estado da Paraíba considerada divisor de águas nas áreas cardiológica e pediátrica.

Em 2017, A 5ª Caravana do Coração foi encerrada no dia 8 de julho, percorrendo 2 mil km, do Sertão ao Vale do Mamanguape. Passou por 13 cidades (Cajazeiras, Sousa, Catolé do Rocha, Pombal, Patos, Itaporanga, Princesa Isabel, Monteiro e Esperança, Picuí, Guarabira, Itabaiana e Mamanguape).
· Atendidos pacientes de 183 das 223 cidades paraibanas, o que representa uma cobertura de 82,6% do Estado
· 2090 pacientes (72% Crianças / 28% gestantes)
· 851 profissionais capacitados
· 60% são novos pacientes
· 719 (52%) crianças com cardiopatia congênita. 169 já foram operadas pela rede.
· 9,22% cardiopatias complexas, 58,91% cardiopatias simples, 1,51% cardiopatias adquiridas e 30% alterações leves e arritimias.
· 176 foram encaminhadas para cirurgia (3 delas já operaram no Arlinda durante a caravana); 960 continuarão seguimento clínico e 413 receberam alta.

Todos os trabalhadores são voluntários. Não há qualquer remuneração para participar da caravana.
Rede de cardiologia Pediátrica – A Rede de Cardiologia Pediátrica da Paraíba já formou mais de 1500 profissionais em triagem de doenças coronarianas, 159.22 Consultas, sendo 146.422 em recém-nascidos, 10.786 crianças e 2.014 fetos, 532 cirurgias cardíacas pediátricas e colaborou com a queda da taxa de mortalidade infantil no estado que passou de 18.6 em 2007 para 12.7 em 2016. Só em 2016, o Hospital Arlinda Marques realizou 1.914 procedimentos na área de cardiologia. Foram 1.349 atendimentos clínicos, 90 cirurgias e 475 exames de eco-cardiograma.

O programa é mantido, exclusivamente, com recursos do Tesouro Estadual na ordem de R$6 milhões de reais/ ano.
De acordo com a Portaria nº 1.728 de 11 de julho de 2017, que estabelece limite financeiro para o financiamento dos procedimentos de Cirurgia Cardiovascular Pediátrica por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação – FAEC, a Paraíba foi contemplada pela primeira vez vai receber R$ 482.045,68 para a realização das cirurgias.

Sobre – As doenças do coração têm apresentado cada vez mais incidência na população, isto porque a vida moderna estimula o sedentarismo e uma alimentação inadequada. Estima-se que no Brasil existam, pelo menos, 600 mil pessoas que convivem com algum tipo de problema cardíaco. Apesar de mais comuns a partir dos 45 anos, as doenças cardiovasculares são resultado da combinação de fatores de risco – como tabagismo, colesterol alto, diabetes e pressão alta – durante anos.
As doenças cardiovasculares mais comuns são infarto, insuficiência cardíaca, má circulação, arritmias e derrame cerebral. Os maiores fatores de risco para essas doenças são colesterol alto, tabagismo, pressão alta, obesidade e sedentarismo.

Prevenção – A melhor forma de prevenir ou adiar ao máximo o surgimento de doenças cardiovasculares é levar uma vida saudável. Os cuidados começam com a alimentação, que deve privilegiar vegetais, gordura vegetal, cereais e frutas. O consumo exacerbado de carnes, gordura animal, derivados do leite, açúcar e cerveja leva a problemas cardiovasculares. Sal em excesso também é perigoso, especialmente para quem tem pressão alta. A boa alimentação pode evitar problemas de colesterol, pressão alta e obesidade.

Praticar exercícios físicos regulares é o segundo passo para cuidar da saúde do coração. A atividade física beneficia o controle da pressão arterial, do colesterol e também da glicose, além de ajudar a emagrecer. Também é importante manter distância do cigarro.

Além desses cuidados no dia-a-dia, todas as pessoas – mesmo as que se sentem absolutamente saudáveis – devem visitar o consultório médico com regularidade, ao menos uma vez por ano.

Quem fuma, tem colesterol alto, hipertensão arterial, diabetes, é obeso ou sedentário, ou ainda têm pais ou irmãos com problemas cardiovasculares deve ter atenção redobrada. Nesse grupo estão as pessoas que têm maior tendência a sofrer do coração. O velho ditado é ainda o mais apropriado: prevenir é o melhor remédio – principalmente para o coração.


Assessoria

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