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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Grupo vendia atestados falsos por até R$ 160 pelo WhatsApp, diz delegado na Paraíba

A associação criminosa especializada na fabricação e negociação de atestados médicos e receitas médicas - que foi desarticulada nesta quarta-feira (19) pela Polícia Civil da Paraíba - vendia atestados por até R$ 160 por meio do aplicativo WhatsApp. Segundo o delegado de Defraudações e Falsificações de João Pessoa (DDF), Lucas Sá, o grupo de WhatsApp tinha 256 participantes, sendo 105 ativos.

Segundo as investigações, os preços dos atestados variavam de R$ 60 (para 3 dias) a R$ 160 (para 14 dias). “Eles mandavam atestados por Correios para várias cidades e para outros estados.
Prendemos dois em flagrante, mas pediremos a prisão dos demais. Alguns suspeitos residem em cidades do interior, mas já estão identificados”, explicou o delegado.

ois homens foram presos suspeitos de participar da associação criminosa e um terceiro foi ouvido pela Polícia Civil. O primeiro, de 25 anos, foi preso em flagrante no momento em que entregava um atestado médico falso a um suposto cliente, nas proximidades de uma empresa de telemarketing, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. Após a audiência de custódia, ele teve a prisão convertida em preventiva e encaminhado para o Presídio do Roger.

O outro homem, de 26 anos, foi preso em seguida depois de ser apontado pelo primeiro como sendo o fabricante dos documentos. Ele seria responsável pela subtração de folhas de atestado médico em branco e de carimbos de médicos, utilizados na fabricação dos atestados. Ele também participou de uma audiência de custódia e vai ter que pagar uma fiança de cinco salários mínimos para ser liberado.


Na tarde desta quinta-feira (2), um enfermeiro, suspeito de ser responsável pelo desvio de carimbos e atestados utilizados na falsificação dos atestados médicos, se apresentou à DDF. Ele foi ouvido e liberado, uma vez que não estava mais em situação de flagrante.



G1

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